Saúde mental e universidade: subjetividade do povo preto, pobre e periférico na academia

Nós, da Casa de Marias, sabemos que para as pessoas que nasceram pretas, pobres e periféricas, o caminho até a universidade – quando possível – é mais longo.

Nessa caminhada há uma série de pedras, desafios e obstáculos que fazem desse trajeto um processo, muitas vezes, cheio de dores e sofrimentos.
O racismo, a desigualdade econômica e a segregação socioespacial fazem marcas subjetivas profundas.

Cicatrizes que, por vezes, causam desistências, aversões e desejo de afastamento dos espaços acadêmicos.
Comumente, produzem experiências de angústias, sentimentos de inferioridade, inadequação e não-pertencimento.

Com a entrada na universidade, chegam também as dificuldades em se manter em um ambiente que, não raro, reproduz a dinâmica social e as lógicas de opressões. Como manter a saúde mental nesse contexto, em especial, em tempos de pandemia?


Participação: Eneida de Paula, Maria Luiza Benarrós e Tatiza Feitosa

Transmitido em 23/05/21 via Facebook.

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